30 abril, 2005

Verdade ou consequência? Parte II - O Dia

Aconselho-vos a dar uma vista de olhos pelo texto anterior, apenas para terem uma noção e tal...

O «pseudo-quase-namoro-virtual» aguentou-se por mais uns dias. Até que resolveram encontrar-se. Ela nunca tinha tido um encontro «da net». O mais rápido que lhe aconteceu foi conhecer alguém num bar ou discoteca, como o comum dos mortais e ZÁS!!! Por isso foi tudo muito rápido. Lento, ao mesmo tempo, e também muito estranho. «A curiosidade matou o gato», já dizia a sua avó - provérbio popular tal como, «se não houvesse o mau gosto, não se usava o amarelo» - ADORO amarelo, já ela não sei...
Do que já tinha ouvido falar das «coisas da net» a base era o «vale tudo» ou o «sim ou sopas» ou «o que fosse»!! Várias amigas já tinham passado pela experiência, umas apenas se ficaram pelo teclado do PC, Lap Top, Mac... mas ela decidiu «avançar». E assim foi. O encontro aconteceu - depois de uma grande insitência da parte dela.

Balanço

Desde aí, eles apenas falam parcamente na internet e o fim da estória aconteceu naquele dia - O Dia.

PS: Esta estória podia ser mais engraçada ou ter um fim mais emocionante! Desculpem, caros leitores, mas não teve. Temos pena! É a consequência... Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

Verdade ou consequência?

Sábado à noite. Ela estava preparada para sair, para mais uma noite. Uma daquelas noites que se auspiciava interessante, já que uma amiga a convidou para uma mega-festa, daquelas que até nem têm piada nenhuma, mas é MEGA e só por isso vale a pena!!
Antes de sair entrou numa das coqueluches da internet em que, a par com os blogs, podes expôr a tua vida, gratuitamente, e também a vida dos teus amigos e demais cidadãos até uma certa altura «anónimos». Tinha um recado - de um anónimo - um rapaz simpático e tal... que a convidou para «se conhecerem melhor», no mundo virtual, claro! Aceitou o convite, pelas fotos que viu parecia aprazível e, em menos de três minutos, tinha um «amigo» novo!!
Isto é o progresso, arranjar um «amigo», que mais tarde até se pode tornar mais intímo que a nossa própria intimidade. É a ilustração do poder da «banda larga» e para os mais fraquinhos da linha RDIS, quiçá!!!
Continuando... a conversa começou, dentro dos limites estabelecidos por ela, à priori: «nada de ordinarices, de grandes confianças para que isto corra bem», avisou. Ele aceitou. Esta primeira abordagem causou-lhe alguma pica, talvez ... e lá se começaram a «conhecer». Bateu a meia-noite, a amiga já tinha mandado três toques para o telemóvel, mas a conversa estava a ser interessante, teve que descer e seguir para a festa. Naquele momento até teria sido mais agradável continuar noite adentro pela internet, do que chegar à porta da MEGA FESTA e ter mais de 200 miúdos a tentar entrar - resultado: não foi à mega festa e deixou o seu novo «amigo» pendurado.
Mas a estória - sim porque qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência, mas não é a Margarida Rebelo Pinto que conta, ok? - continuou... por mais umas largas semanas. Passavam horas a falar e a trocar «agradáveis» impressões. Trocaram telefones, mensagens, apresentaram-se através da web cam e daí à troca de palavras e gestos carinhosos foi um flash!! Já pareciam namorados (apesar de nunca se terem visto). Enquanto trabalhavam, nos seus locais de trabalho - redundante, eu sei - ambos, na sua parte do globo, universo, metro quadrado, região, localidade, bairro, subúrbio, ou apenas algures... tinham sempre o cuidado de dar aquele beijo virtual, aquele sorriso escondido - estava mesmo escondido - ao seu novo/a amigo/a. Depois do trabalho, ele e ela corriam para casa para continuar... e continuar... e continuar... a conversar! E aquele pseudo-quase-namoro-virtual enchia os seus egos de emoção! Até ao dia...

29 abril, 2005

Sei quem ele é... ele é bom rapaz um pouco tímido até...

sei lá...

é suposto escrever coisas interessantes neste tipo de «alocações», ou apenas podemos dizer o que nos vai na alma? não sei... sei lá... mas vou optar por dizer o que me vai na alma, por vezes, claro!! hoje está um dia particularmente bonito, talvez por ter sido uma noite particularmente gira e diferente e ao mesmo tempo tão igual! que confusão!! mas apetece-me confusão, depois do caos, apetece-me confusão!! mas é saudável! (que texto tão non sense e cheio de pontinhos de exclamação). mas tou assim uma ! - FELIZ!!!

27 abril, 2005

A Letter To Elise

Oh Elise it doesn't matter what you say
I just can't stay here every yesterday
Like keep on acting out the same
The way we act out
Every way to smile
Forget
And make-believe we never needed
Any more than this
Any more than this
Oh Elise it doesn't matter what you do
I know I'll never really get inside of you
To make your eyes catch fire
The way they should
The way the blue could pull me in
If they only would
If they only would
At least I'd lose this sense of sensing something else
That hides away
From me and you
There're worlds to part
With aching looks and breaking hearts
And all the prayers your hands can make
Oh I just take as much as you can throw
And then throw it all away
Oh I throw it all away
Like throwing faces at the sky
Like throwing arms round
Yesterday
I stood and stared
Wide-eyed in front of you
And the face I saw looked back
The way I wanted to
But I just can't hold my tears away
The way you do
Elise believe I never wanted this
I thought this time I'd keep all of my promises
I thought you were the girl I always dreamed about
But I let the dream go
And the promises broke
And the make-believe ran out...
So Elise
It doesn't matter what you say
I just can't stay here every yesterday
Like keep on acting out the same
The way we act out
Every way to smile
Forget
And make-believe we never needed
Any more than this
Any more than this
And every time I try to pick it up
Like falling sand
As fast as I pick it up
It runs away through my clutching hands
But there's nothing else I can really do
There's nothing else I can really do
There's nothing else
I can really do
At all...